quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

Primeiro você ama, ou ama porque te amaram primeiro?

Olá galera!


Hoje ocorreu-me um breve pensamento que vou compartilhar com vocês!

Como anda sua popularidade? Como anda seu "amor próprio"?
Bem, cada um terá uma resposta específica.
O fator é: você demonstra cordialidade, simpatia, afetividade, prestatividade para com as pessoas o tempo todo?
Você sente que se não ofertar seu melhor, as pessoas não te aceitarão?
Agora te pergunto: isso te aprisiona?
De certa forma sim. Sua imagem pessoal, seu intelecto e suas atitudes precisam ser "aceitas" pelos demais.
Não é uma questão de mau comportamento nem mesmo de antipatia, a questão em foco é ACEITAÇÃO.
Será que você merece mesmo ser "refém" dos pré julgamentos das pessoas?
Por que você tem que demonstrar primeiro seu lado melhor, mais meigo, mais inteligente, mais certinho e aquele sorriso que nunca se desfaz? UNICAMENTE PRA SE SENTIR ACEITO(A).

Mas não é bem por aí.

Isso se chama INSEGURANÇA.
Você não precisa se inferiorizar diante de ninguém (não confunda isso com arrogância por favor).
Sua segurança emocional, seu tom de voz, suas atitudes podem te colocar na outra face da moeda, aquela onde param pra te ouvir e te aceitar mesmo que você apareça de pijama e pantufas.

Por que para uns isso seria "lançar moda" e para outros isso soa brega, cafona, ridículo?
RESPOSTA: status

Status nem sempre se consegue por posse de bens, cargos ou dinheiro. Muitas vezes por atitudes que fazem a diferença.

Você não precisa sorrir o tempo todo, você só precisa saber ser simpático (a) e gentil mas sem ser "meloso (a)".

Sabe aquela teoria que diz que "sentimos falta do que não temos"?
Ela se aplica aqui nessa situação.
As pessoas sentem falta de um sorriso ao falar principalmente quando já estão acostumadas a ver que sua expressão sempre é essa.

Experimente um falar mais convicto, sem muitas expressões como erguer sobrancelhas, falar sorrindo e concordar com tudo para agradar o seu interlocutor.

Faça com que as pessoas te amem primeiro.

Boa sorte e um forte abraço!


Rosa Janeiro



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